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segunda-feira, 11 de maio de 2015

AONDE PASSEAR, COMER, AGITAR E COMPRAR EM CHAMPS-ÉLYSÉES EM PARIS.

Por Helena Ruano


Criada no século 17 em um terreno pantanoso ficou chiquetê no ultimo em 1836, quando o Arco do Triunfo foi fincado em uma de suas extremidades. Marcas de alto quiate e hotéis finos situam-se nas transversais Avenue Montaigne e George V.

Para passear o ARCO DO TRIUNFO, idealizado por Napoleão para servir de porta de entrada das tropas francesas no retorno das guerras de conquista. O terraço tem vista fabulosa. > Place Charles de Gaulle, metrô Charles de Gaulle-Étoile.

BOIS DE BOULOGNE, velho terreno de caça dos reis franceses, é o maior parque de Paris. Há 15 quilômetros de circuito para caminhadas e bikes por entre um bosque. No lago, é possível pescar ou fazer passeios de barco a remo. Aviso: ao entardecer, rola prostituição. > Acesso plos metrôs Porte Dauphine e Porte d’Auteuil.

MAISON BALZAC, as mulheres de 30 e outros apaixonados pela obra do escritor não podem perder o belo museu que fica na casa onde ele morava, em Passy. A gente vê objetos pessoais, vários manuscritos e uma biblioteca com mais de 15 mil obras no subsolo. > 47, Rue Raynouard, metrô Passy.

MARMOTTAN MONET, criado em 1882, pelo mecenas Jules Marmottan, o museu abriga a maior coleção do mundo de telas do pintor impressionista. Manet, Degas e Renoir também estão lá. A beleza do prédio do século 19 e de seus jardins torna a visita ainda mais legal. > 2 Rue de Louis-Boilly, metrô La Muette.

Para comer, o 1728, o nome do lugar, um misto de restaurante e galeria de arte, é o ano de construção do imóvel, que pertenceu ao marquês de Lafayette. Na cozinha da chef Geraldine Rumeau, uma fusão entre as culinárias francesa e japonesa. > 8, Rue d’Anjou, metô Concorde.

APICIUS, quem nunca provou a gastronomia inventiva de Jean-Pierra Vigato pode duvidar de que ela realmente funcione. Ora, soa estranho temperar delicados peixes com ketchup. Mas não à toa o espaçoso restaurante situado em um belo hotel particulier, com parque privado e decoração belle époque, faz tanto sucesso. > 20, Rue Artois, metrô Saint-Philippe-du-Roule.

L’AVENUE, restaurante da moda entre os bem-nascidos. A cozinha local é representada em pratos como o risoto de lagostas. > 41, Avenue Montaigne, metrô Franklin D.Roosevelt.

LE RELAIS DE L’ENTRECÔTE, o prato é único: uma bela peça de entrecôte servida com fritas. Você escolhe só o ponto da carne: rosée, à point ou bien cuite (malpassada ao ponto ou bem passada). As sobremesas são um pecado à parte. > 15, Rue Marbeuf, metrô Alma-Marceau.

Para agitar, o LIDO, números do espetáculo: € 3 milhoes investidos em 600 fantasias; 60 mil cristais Swarowski para as 600 joias dos figurinos; 23 trocas de cenário; 7.500 metros quadrados de área total. No palco, dançarinas com seios à mostra, cavalos, elefantes e um pista de patinação no gelo. > 116 bis, Avenue des Champs-Élysées, metrô George V.

Para comprar, LOUIS VUITTON, Maison da badalada marca de acessórios, a loja é um templo do monograma LV. Não há uma peça das coleções da marca eu não esteja disponível ali.  O fluxo de turistas é intenso. Atençãao aos contrabandistas que abordam turistas pedindo que comprem relógios em seu nome. > 101 Avenue des Champs-Élyséses, metrô George V.

SEPHORA, todas as marcas importantes de cremes, maquiagens e perfumes estão representados. Os preços são competitivos. A loja oferece uma infinidade de serviços de beleza, como aulas de maquiagem e de depilação de sobrancelhas. Testar e experimentar faz parte do barato, mais não espere um atendimento 100% acolhedor: o grande número de turistas transformou os seguranças em verdadeiros leões de chácara, que não hesitam em revistar bolsas na saída da loja. > 70-72 Avenue des Champs-Élusées, metrô Franklin D.Roosevelt.

Até a próxima, uma ótima semana para todos.

Beijos, Afinal Turismo.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

AONDE PASSEAR, COMER, AGITAR E COMPRAR EM BERCY EM PARIS.

Por Helena Ruano


A leste da Ponte de Austerlitz, inovações em arquitetura e urbanismo como as torres da Biblioteca, a piscina flutuante sobre o Sena, a sinuosa Ponte Simone de Beauvoir e a escultura de Oscar Niemeyer nas imediações da bela Cinemateca. 

Para passear Bercy Village, nada menos que 40 estabelecimentos, restaurantes, bares, butiques e caves se distribuem por casinhas antigas, que faziam parte de um entreposto ligado ao comercio de vinhos no século 19. > 28, Rue François Truffaut, metrô Cour Saint.

Bibliothèque Nationale surpreende pela arquitetura contemporânea e pela altura de suas quatro torres (80 metros), em forma de livros abertos ao redor de um jardim. Ali também acontecem exposições temporárias e sessões de cinema. > Quai François-Mauriac, metrô Bibliothèque François Mitterrand.

Piscina Joséphine Baker, uma piscina flutuante, aos pés da Biblioteca, onde dá para ser refrescar e ao mesmo tempo apreciar a paisagem do rio Sena, em dias quentes e ensolarados, a cobertura de vidro retrátil fica aberta. > Port de La Gare, Quai François Mauriac, metrô Quai de La Gare.

Promenade Plantée, o viaduto de 4,5 quilometros de extensão, por onde passava uma antiga estrada de ferro, foi transformado em um jardim elevado, se você conhece São Paulo, seria como se existesse um parque no Minhocão. > Acesso por escadas e elevadores ao longo da Avenue Daumesnil, metrô Bastille.

Para comer, Les Zygomates, em uma rua esquecida do 12° arrondissement, apresenta decoração vintage e graciosa. É que o chef Christophe Baron manteve a autenticidade dos tempos em que a casa era um açougue, no inicio do século 20.  > 7, Rue de Capri, metrô Daumesnil.


Le Temps Des Cerises, concorridíssimo, principalmente à noite, o restaurante de gastronomia francesa com mesas na calçada é ligado a uma cooperativa de produtores desde 1976, o que além de iconoclasta, barateia o preço. Quem vai sempre quer voltar. > 18-20, Rue de la Butteaux-Cailles, metrô Place d’Italie.

Le Train Bleu, construído para a Exposição Universal de 1900, o restaurante da estação Gare de Lyon é um desbunde. Tombado como patrimônio histórico, o suntuoso salao tem pinturas nas parades e no teto. Coco Chanel, Brigitte Bardot e Jean Cocteau são alguns dos ilustres clientes de outrora. > Place Louis Armand, 1° andar, metrô Gare de Lyon.

Sukhothai, excelente restaurante tailandês que está localizado no coração do bairro asiático do 13° arrondissement. Uma sugestão certeira é encarar a salada de camarões com citrone, que é levada à mesa envolta em uma folha de couve, acompanhada de sete camarões graúdos, folhas de hortelã, alface e coentro. > 12, Rue Père Guérin, metrô Place d’Italie.

Para agitar, Le Point Bar, instalado dentro do hotel Pullman Paris Bercy, tem estilão longe e decoração estilosa em marrom, vermelho e laranja. O cardápio é fornido com 60 coquetéis, entre eles, a caipirinha, e tapas saborosas. Em dias ensolarados é um pecado não rumar para o terraço. > 1, Rue de Libourne, metrô Cour Saint-Émilion.

Palais Omnisports, inaugurado em 1984, o ginásio é uma das principais casas de shows da Cidade Luz. A arena também sedia lutas e partidas de hóquei, basquete e vôlei.  > 8, Boulevard de Bercy, metrô Bercy.
Até a próxima, uma ótima semana para todos.

Beijos, Afinal Turismo.

Inspiração, informações retiradas: REVISTA VIAGEM E TURISMO- editado por Bruno Favoretto *** Imagens foram tiradas dos sites: www.dicasparisalacarte.com; www.bercykyriad.com; www.cecilekubik.fr; www.hipstersinparis.com; www.thetimes.co.uk; www.lafourchette.com; www.ladenicheuse.com; www.altasaciedade.com.br; www.linternaute.com; www.hotelmareuil.com; www.structurae.net; 

terça-feira, 28 de abril de 2015

AONDE PASSEAR, COMER, AGITAR E COMPRAR NA MONTMARTRE EM PARIS

Por Helena Ruano


As cúpulas da Sacré-Coeur, no ponto mais alto do bairro, indicam o caminho da região do Moulin Rouge. O burburinho rola solto na Place du Tertre, onde estão os bistrôs com menus promocionais e as lojas de suvenires.

Para passear, Cemitério MontMartre, ponto para ver esculturas e belos túmulos. Estão enterrados ali o ator Sacha Guitry (na entrada, á direita), o inventor do saxofone, Adolphe Sax, e o pintor Edgar Degas, (na quinta divisão). > 20, Avenue Rachel, metrô Place de Clichy.

Espace Dalí, trata-se da maior coleção de obras do espanhol surrealista presente na França, ele viveu em Montmartre, no número 7 da Rue Becquerel. Destaque para as diferentes versões do célebre relógio mole (que parece derreter) de Alice no País das Maravillhas. > 11, Rue Poulbot, metrô Abbesses.

Place Du Tertre, nos fundos da Sacré-Coeur, é o coração do bairro. Pela manhã, dezenas de artistas instalam seus cavaletes para retratar turistas. Há muitos restaurantes cujos menus vão de mariscos a crepes, de entrecôte a macarronada, não espere chefs sensacionais nem a melhor relação custo/beneficio da região.

Sacré-Coeur é o cartão-postal parisiense mais vendido. Sua arquitetura eclética é provocadora, construída entre 1875 e 1914, era considerada ultrapassada quando ficou pronta. Do alto se tem uma belíssima visão de Paris, especialmente ao nascer do Sol. > 35, Rue du Chevalier de la Barre.

Para comer, Le Moulin de la Galette, motivos para o sucesso da casa: 1) a cozinha funciona dia e noite; 2) tem mesas ao ar livre; 3) ao olhar para cima, vê-se o enorme moinho de 1640; 4) o menu e acessível, apesar de ter poucas opções. > 83, Rue Lepic, metrô Abbesses.

L’Étoile de Montmartre, fora da muvuca e alto-astral, é uma boa pedida tanto para uma refeição , quanto para tomar um mojito á noite. Prove o crème brûlée, crocante na medida > 26, Rue Duhesme, metrô Lamarck-Caulaincourt.

Les Petits Mitrons, bom para montar um kit para um piquenique no jardim em frente à Sacré-Coeur. Tortas doces e salgados, com massas caseiras e frutas frescas, saem a preços camaradas. >26, Rue Lepic, metrô Blanche.

Para agitar, Divan Du Monde, a casa foi fundada em 1873, época em que os cabarés triunfavam na região de Pigalle, com o nome Divan Japonais, foi ali que o strip-tease, ainda que parcial, foi inventado. Toulouse-Lautrec e Plabo Picasso eram seus célebres habitués.  Hoje conserva boa parte da decoração original e sediam shows de rock, indie, metal, jazz, samba e soul. > 75, Rue des Martyts, metrô Pigalle.

Ice Kube o funcionamento desse bar todo de gelo é curioso: pagam-se € 25 para entrar, permanecer 25 minutos e...degustar três coquetéis de vodca. Tudo bem se você não conseguir beber tudo, fique no longe ao lado do tempo que quiser. Atenção: o lugar funciona de quarta a sábado, e é necessário reservar.  As quintas acontecem a Ice Kube Party: por € 60, pode-se saborear um cardápio degustação acompanhado de quatro coquetéis. > 1-5, Passage Ruelle.

Moulin Rouge, cabaré criado em 1889, famoso no mundo todo. Seu cancã tema de uma tela de Toulouse-Lautrec, é apresentado até hoje. O espetáculo, bem produzido e de alta tecnologia, com pouco mais de uma hora de duração, inclui números de magia e diversas coreografias. > 82, Boulevard de Clichy, metrô Blanche.

Para comprar, Mercado das Pulgas De Saint-Ouen, inaugurado em 1885, o espaço congrega 13 mercados, casa qual com sua vocação e seu charme. Ao sair do metrô, não se impressione com as barracas que vendem produtos com cara de pirataria.  Siga adiante, onde estão as antiguidades. Luminárias, móveis, roupas, livros, quadros...Vale pechinchar, > Acesso pelo metrô Porte de Clignancourt.

Rue des Abbesses, polo de butiques de estilistas jovens, lojinhas de bugigangas e marcas modernosas, como a superurbana Ba&sh (1 bis, Rue des Abbesses, metrô Abbesses).

Até a próxima, uma ótima semana para todos.

Beijos, Afinal Turismo.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

AONDE PASSEAR, COMER, AGITAR E COMPRAR NA MADELEINE E OPÉRA EM PARIS

Por Helena Ruano

Palco das criticas de Proust sobre a burguesia parisiense, a região não tinha um décimo de sua elegância até o século 19, quando grandes bulevares se impuseram sobre o traçado da velha cidade, ainda medieval e tortuoso.


Para passear, Madeleine, experimentar dar as costas para a entrada dessa igreja com as formas de um templo grego: as colunas do prédio da Assembleia Nacional, do outro lado do Sena, são simétricas as da Madeleine. Depois da visita, confira os banheiros públicos, provavelmente os mais bonitos da cidade, em estilo art déco, com espelhos, portas e corrimãos de madeira escura e vitrais coloridos nas janelas. > Place de la Madeleine, metrô Madeleine.

Opéra Garnier, inaugurada em 1875, a edificação influenciou teatros do mundo todo, entre eles o Municipal de São Paulo. Também inspirou o romance O Fantasma da Ópera. Dá para ver uma ópera, um balé ou um concerto. Para lugares melhores, compro com antecedência.
Dica: do foyer, observe o lustra de 06 toneladas aceso. > Place de L’Opéra, metrô Opéra.

Pinacothèque, instalada em uma construção de 02 mil metros quadrados, abriga exposições temporárias de arte moderna e contemporânea já acolheu mostras de nomes como Roy Lichtenstein, Man Ray e Pollock. > 28, Place de la Madeleine, metrô Madeleine.

Para comer, Chartier, aberto em 1896 em um edifício hoje tombado como patrimônio histórico, mantém-se orgulhoso das filas na calçada, faça chuva ou faça sol (não dá para reservar). Come-se bem com pouco. > 7, Rue du Faubourg-Montmartre, metrô Grands Boulevards.

Ladurée, uma casa onde os macarons são mais macarons. O de framboesa e rosas é um sonho. > 1-18, Rue Royale, metrô Concorde.

Senderens, Alain Senderens, três estrelas no Guia Michelin em seu restaurante Lucas Carton, não tem medo de inovar. Nesta casa, ele aposta na gastronomia oriental.  > 9, Place de la Madeleine, metrô Madeleine.

No agito, Rex, a poucos passos do cinema Grand Rex, de 1932, a casa noturna é terreno de DJs hypados. O preço de entrada e o horário da abertura variam.  > 5, Boulevard Poissonnière, metrô Bonne Nouvelle.

Para as compras, Fauchon, no térreo, pâtisserie, chocolates, geleias, foie gras, azeites, chás e cafés. No primeiro andar, um salão para refeições. No subsolo, vinhos e um balcão para sopas, frios, saladas e sobremesas. 

Destaque para os chás “Uma Tarde em Paris” (Um Après-Midi à Paris) e “Uma Noite na França” (Un Soir en France), que têm em sua base chá preto misturado a frutas, flores e baunilha. Na padaria, prove madeleines – bolinhos doces em forma de concha de vieira, em oito sabores. > 2-26, Place de la Madeleine, metrô Madeleine.

Tem o Galeries Lafayette, fundada em 1895, recebem 80 mil pessoas por dia. O prédio principal, dedicado às mulheres, encanta pela cúpula neobizantina, com 33 metros de altura, e pela oferta inacreditável de roupas, bolsas, sapatos, joias e cosméticos. Estilistas consagrados estão no primeiro andar. O edifício ao lado é dedicado às marcas masculinas e ao Lafayette Gourmet, espaço com produtos da culinária mundial. > 40, Boulevard Haussmann, metrô Chaussée d’Antin.

E por fim o Hédiard, fundada em 1854, essa é de longe uma das melhores delicatessens de luxo do mundo. É um lugar bacana para dar presentes, há caixas de chocolates, vinhos, cestas com chás, pães e geleias. Aproveite para se deliciar no concorrido café da manhã. > Place de la Madeleine, metrô Madeleine.





Até a próxima,
Um beijo,
Afinal Turismo.

Inspiração, informações retiradas: REVISTA VIAGEM E TURISMO- editado por Bruno Favoretto *** Imagens foram tiradas dos sites: www.flickr.com; www.aviewoncities.com; www.en.wikipedia.org; www.hipparis.com; www.pinterest.com; www.chari-t.fr; www.bonjourparis.com; www.fauchon.com; www.lastlook.com.br; www.dicas4fun.com.br

segunda-feira, 23 de março de 2015

AONDE PASSEAR, COMER, AGITAR E COMPRAR NA MARAIS EM PARIS

Por Helena Ruano



Várias tribos se cruzam por ali: em torno da Rue Des Rodiers, nos bares da Rue des Archives, estilistas no alto Marais e apreciadores de arte contemporânea nas galerias e em torno do Centro Pompidou.

Centro Pompidou, todos os anos, mais de 05 milhões de pessoas visitam o museu, que abriga uma coleção permanente de arte moderna (com Francis Bacon, Pollock...), além de exposições temporárias de artistas contemporâneos. Livre-se da fila ao comprar ingressos antecipadamente. > Place Georges-Pompidou, metrô Rambuteua.

 Les Bains Du Marais, o spa é terreno fértil de massagens e tratamentos de beleza em um ambiente inspirado nos hammams marroquinos. Reserve. > 31-33 Rue des Blancs-Manteaux, metrô Rambuteau.

Museu Picasso, veja obras do espanhol e de artistas que ele curtia, como Cézanne e Matisse.
> 5 Rue de Thorigny, metrô Chemin Vert.

Notre-Dame, uma das mais belas catedrais góticas do mundo, foi palco de diversos acontecimentos históricos: o processo de reabilitação de Joana D´Arc, a coroação de Napoleão e a missa da liberação da França da ocupação nazista. > 6 Parvis de Notre-Dame, metrô Cité.

Para comer Georges, a varanda do restaurante situado no sexto andar do Centro Pompidou proporciona uma vista extraordinária. Quem prefere acomodar-se do lado de dentro aproveita a decoração contemporânea. > Centre Pompidou, Place Georges-Pompidou, metrô Rambuteau.




L’Ambroisie, três estrelas no Guia Michelin, homenageia a ambrosia, iguaria dos deuses do Olimpo. É provável que você se sinta um deles sob os arcos da Place des Vosges ao saborear os pratos que saem da cozinha dos chefs Bernard e Mathieu Pacaud. Reserve. >9 Place des Vosges, metrô Bastille.



À L’ami Pierre, bistrô que cativa pela acolhida simpática, pelos pratos caprichados e pela boa oferta de vinhos e preços justos, servidos au compteur, abre-se a garrafa e você paga quanto beber. Da cozinha, saem magret de pato e outros clássicos. E, na saída, há um cálice de calvados (aguardente da Normandia) de cortesia. > 5, Rue de la Main-d’Or, metrô Bastille.

L’As Du Fallafel, na opinião do cantor Lenny Kravitz, o endereço tem o melhor falafel do mundo. > 32-34 Rue des Rosiers, metrô Saint-Paul.

Le Temps Au Temps, reserve uma das cinco disputadas mesas e delicie-se com iguarias elaboradas por Sylvain Sendra, chef e dono do lugar. O cardápio muda diariamente, de acordo com a estação e a inspiração. > 13 Rue Paul-Bert, metrô Faidher-be-Chaligny.


Para agitar o Café de L’Industrie, conjunto de dois bares sempre cheios. Seus frequentadores são o estereotipo do que se convencionou chamar em Paris de “bobôs”, abreviação de bourgeois bohème, o burguês boêmio. Pense no assunto com um demi (chope) na mão. > 16 Rue Saint-Sabin, metrô Bastille.

La Chapelle Des Lombards, hip hop, reggae, zouk e salsa agitam a balada. Em algumas noites, a entrada é grátis, com consumação obrigatória. > 19 Rue de Lappe, metrô Bastille.

Para comprar o Mariage Frères, loja da mais importante marca de chá, vendido a granel em diversos aromas e proveniências. Tem ainda chaleiras e garrafas térmicas. > 30 Rue du Bourg-Tibourg, metrô Saint-Paul.

Merci vende roupas, acessórios e objetos para casa, desde peças de famosos como Stella MacCartney e achados vintage. > 111 Boulevard Beaumarchais, metrô Saint-Sébastien-Froissart.

Ótimas dicas,
Tenham uma ótima semana.

Até a próxima,
Beijos, Afinal Turismo.