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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

RUELLA CAFFÉ... UM RESTÔ MUITO ESPECIAL PARA QUEM ESTÁ EM SÃO PAULO

Por Bia Parra



Boa para o final de semana...

Nesta semana fui com marido Edu conhecer o Ruella Caffé no bairro de pinheiros.

Eu costuma ir muito no primeiro Ruella, o do Itaim. Sempre adorei a atmosfera intimista, a decoração deliciosamente despojada com ares de casa e sofisticação de quem se esmerou muito em criar um ambiente tão acolhedor, como um bom restaurante deve ser...alimentar o corpo e o coração.

Na verdade a história do bistrô se confunde com a do meu casamento pois ele foi inaugurado no ano que me casei e como adorávamos ir lá... virou nossa segunda “cozinha”.

Depois me mudei para a região de Alto de Pinheiros e acabamos fazendo nossos passeios gastronômicos por ali mesmo, pela minha linda Vila Madalena e tudo mais..

Imaginem minha alegria quando fiquei sabendo da inauguração do Ruella Café...

Por uma série de compromissos ainda não tinha conseguido dar um pulo lá...mas valeu esperar!!!

Que delcia... o ambiente ficou lindo, super charmoso, quem conseguir deve pegar uma mesinha do lado de fora numa noite quente para degustar um delicioso vinho...imperdível!!

A parte de dentro é um charme e o mezanino é perfeito para grupos de amigos...meu aniversário já tem endereço (olha lá meu lado ainda de produtora falando alto!!).

O serviço está excelente e a comida...dispensa comentários!! Tanto eu quanto marido comemos peixe (diferentes é claro), mas não sabíamos dizer qual estava melhor...

Super recomendo!!!

Um beijo e ótimo final de semana!!!

Ruella Caffe
Rua Vupabussu Pinheiros, 199, São Paulo
(0xx)11 3097-9257

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

O AQUAPURA E A NOVA EXPERIÊNCIA GOURMET

Por Bia Parra






Olá pessoal, sabem aquele hotel que AMO no Douro, então, além de lindo e muito descolado eles super investem num conceito de bem estar e gastronomia de alta qualidade, assim vejam o que ele preparou para aqueles que podem e querem dar uma escapadinha...

Tons, temas e sabores
Venha ao Douro durante os meses de Julho a Outubro, desvende os segredos dos Chefs, enólogos e produtores e leve consigo a memória de aromas e sabores típicos desta região. O calendário destas experiências é:
·         Já Realizados
o    24.07.2011: Chef Valdir Lubave, Pousada de Belmonte e vinhos Aneto.
o    13.07.2011: Chef Henrique Mouro, o Chef Pasteleiro António Melgão e a enóloga Sandra Tavares da Silva.
o    27.07.2011: Chef Alexandre Ferreira, Escola de Hotelaria de Lamego e Pasteleiro Joaquim Sousa (The Oitavos) e o enólogo João Brito e Cunha, Vinhos da Quinta de São José.
o    18.08.2011: Chef Vítor Claro – Hotel Albatroz e os vinhos da Niepoort.
o    26.08.2011: Chef Ricardo Sousa, Restaurante SHIS e os vinhos Vale D. Maria e Cristiano van Zeller.
o    09.09.2011: Chef Matteo Ferrantino e o enólogo Jorge Serôdio Borges – Quinta do Passadouro.
o    30.09.2011:  Chef Luis Américo e vinhos Prats & Symington
o    14.10.2011: Chef Nuno Diniz e o enólogo Luis Soares Duarte e os vinhos da Casa de Arrochela.
o    21.10.2011: Chef Guy Doré do Restaurante Pequeno Mundo com os vinhos Mapa e 100 Hectares
·         28 e 29 de Outubro | Chef Alexandre Silva, Restaurante Bocca  e Chef Francisco Gomes com o enólogo Álvaro van Zeller e os vinhos do barão de Vilar. Ultimo programa.


Para que tenha uma ideia do lhe preparámos, eis mais detalhes:

O Chef – Alexandre Silva do Restaurante Bocca


       
Natural de Abrigada onde nasceu há 31 Anos formou-se  em Cozinha/Pastelaria e em Gestão de F&B na Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa; o seu interesse em cozinha molecular levou-o ao Instituto Superior de Agronomia para estudar Gastronomia Molecular.

Por onde andou:
Desde Fevereiro de 2007 é o Chefe de Cozinha do Restaurante Bocca acumulando essas funções com as de formador de Cozinha na Escola de Hotelaria e Turismo de Lisboa no curso Culinary Arts. Trabalhou nos Grupos Tivoli, Real e Sofitel, com passagem no prestigiado Bica no Sapato. É presença assídua como Júri de concursos e orador de eventos nacionais como “ A Essência do Vinho” ou "Peixe em Lisboa". Considerado Chefe Revelação Português em 2009 foi  condecorado em 2011 pelo Presidente da República, na "Cerimónia de Agradecimento aos Jovens Chefes de Portugal". Nomeado Garfo de Ouro no Guia do Expresso "Boa Cama e Boa Mesa" (2009, 2010 e 2011) e medalha de ouro no concurso de gastronomia com vinho do Porto. A sua cozinha é uma cozinha preparada ao detalhe e que apresenta pratos inspirados nas suas memórias da gastronomia regional portuguesa, reinventada e reinterpretada de uma forma criativa e divertida. A qualidade do produto é o elemento chave da sua cozinha. As técnicas aplicadas procuram sempre respeitar e potenciar as suas características naturais.

Francisco Gomes - A perfeição é possível
Quis ser gestor, formou-se em Gestão pela universidade portuense Fernando Pessoa, chegando, inclusivamente, a abrir dois escritórios de apoio empresarial. Mas a tradição familiar foi mais forte e Francisco Gomes, 35 anos, acabou por se dedicar por completo à gestão da Colonial, uma das confeitarias criadas pelo seu avô, Joaquim Pereira Gomes, o grande impulsionador desta área na pacata Barcelos da década de 1960.
 Mas a mera gestão do negócio familiar rapidamente evoluiu para um interesse sincero e crescente pelo métier, Francisco Gomes resolveu mudar de vida e aprender os segredos da pastelaria, apostando numa aprendizagem intensa com a créme de la créme dos peritos estrangeiros e, em simultâneo, na formação a chefes nacionais. 
Em 2005, estabeleceu uma parceria com a École Valrhoma, em França, especializada em pastelaria gourmet (petit-fours e texturas tácteis, entre outras variantes) e com Michel Willeum, um dos mais reputados e conceituados pasteleiros mundiais, actualmente, além de parceiro e amigo, seu consultor para as diferentes colecções que a Colonial apresenta aos clientes.
 Mais tarde, seguiu-se o ateliê de Pierre Hermé, considerado o “Pablo Picasso” da pâtisserie, dada a criatividade e irreverência das suas criações, onde aprendeu técnicas como a de fazer macarons (pequenos bolos de origem francesa feitos à base de amêndoa, claras e açúcar), tout fruit (produtos feitos à base de fruta) ou o célebre “best of Pierre Hermé”. Um ano depois, cruzou-se, em Lyon, no campeonato mundial desta actividade, com Miguel Moreira, proprietário do Parque da Penha, em Guimarães, e sócio do chefe Pedro Nunes no negócio de catering. A colaboração entre eles não tardou a surgir. No primeiro semestre de 2009, Barcelos, terra onde nasceu e sempre viveu, inaugurou o primeiro ateliê português de pastelaria, uma iniciativa da confeitaria Colonial.
 


Álvaro van Zeller -  o enólogo da casa Barão de Vilar
 
Descendente de uma família que há 14 gerações se dedica ininterruptamente ao negócio de vinhos do Douro, não será exagerado pensar que algum vinho do Porto corre, misturado com os glóbulos brancos e vermelhos, nas veias deste engenheiro agrónomo, licenciado pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, em São Paulo.
No 25 de Abril, a família de Álvaro decidiu voar para o Brasil. Acalmados os calores da revolução, a mãe de Álvaro retornou ao Porto, mas apenas com quatro filhos. Álvaro, o segundo mais velho, estava a gostar de estar no Brasil e ficou sob o pretexto de acabar o secundário. "Desde os 16 que durmo fora de casa", graceja já  que após concluir o curso foi para Bordéus fazer especialização em vinhos, área que o apaixonava.
Um Inverno passado a trabalhar na Régua foi suficiente para o atirar de volta ao Brasil, onde se demorou mais três anos a desenvolver um grande projecto de uva de mesa no Rio Grande do Norte, paralelo 4. Aos 28 anos, encontramo-lo no Noval, a histórica quinta da família Van Zeller
Por lá ficou, até que, em 1993, a família decide vender o Noval aos franceses da Axa Millesimes. O pai resolveu continuar no negócio do vinho do Porto, acompanhado dos dois filhos mais velhos (Fernando e Álvaro). Ficaram com os armazéns da companhia, em Gaia, que foram a base da Barão do Vilar - marca que foram buscar a um título que estava na posse da família e foi, no entretanto, reactivado.
Mais recentemente foram lançadas as gamas superiores, da 1ª vindima de vinhos do Douro, realizada na moderna adega de Santa Comba da Vilariça.l
Esse lançamento foi efectuado em  conjunto com o chef basco Martín Berasategui, um dos mais proeminentes chefs mundiais,com 7 estrelas Michelin no conjunto dos seus restaurantes e contínua presença na lista dos 50 melhores
do mundo elaborada anualmente pela revista Restaurant, sendo o tinto topo de gama Zom Colecção, o primeiro vinho em Portugal que utiliza a revolucionária garrafa que aquele desenvolveu.
A garrafa concebida por Martín Berasategui acumula num fundo próprio o depósito natural desenvolvido pelo vinho ao longo dos anos, dispensando assim a decantação. Mas também há outras vantagens associadas a esta invenção tecnológica: "A grande vantagem é que não vou ter que me preocupar com filtrações apertadas para evitar formações mais rápidas de depósito e, ao não filtrar o vinho, isso vai permitir que este exprima mais cedo todo o potencial que tem", explicou van Zeller.
Por ocasião da sua visita Martín Berasategui ficou de tal modo fascinado com o mundo dos vinhos do Douro e do Porto que a par de incluir os vinhos da Barão de vilar nas cartas dos seus vários restaurantes, se propôs desenvolver um prato confeccionado com borras de vinho do Porto que Álvaro Van Zeller forneceu.Para fazer jus a uma frase que nos deixou e que Álvaro Van Zeller subscreve em toda a sua plenitude “Não há grande gastronomia sem grandes vinhos”

Vinhos em mostra:






Barão de Vilar Reserva Branco 2008
Castas: Malvasia Fina, Côdega, Rabigato e Viosinho
Notas de prova: Após as colheitas, em meados de Setembro 2008, o vinho fermentou em barricas usadas e uma pequena percentagem em barricas de carvalho francês, seguido de estágio de 7 meses com batonnage. Preço de venda: 9,10€



Zom tinto 2008
Castas: Touriga Nacional, Touriga Franca e castas vinhas velhas.
Notas de prova: Fruta vemelha e preta, fresco na boca. Texturado, taninos finos, muito suave e elegante.Um Douro polido. Zom é o primeiro vinho vinificado na nova adega do Barão de Vilar em Santa Comba da Vilariça. A fermentação ocorreu em cubas de aço inoxidável a temperatura controlada, inferior a 15º c, tendo uma parte do lote estagiado em barricas de carvalho francês de segundo ano. Preço de venda: 7,50 €

 

Zom Colecção  2008
Castas: Touriga Nacional, Touriga Franca e Vinhas Velhas. 40 % do vinho estagiou em barricas de carvalho Francês por um período de 18 meses e uma pequena parcela do vinho envelheceu em cubas de inox. Notas de prova: Possuí uma coloração bordeaux e revela aromas a frutos vermelhos maduros e notas a madeira. Tem um final de boca elegante e longo. Preço de venda: 24,90 €



Maynard ´s Vintage 1996
Castas: touriga franca, touriga nacional, tinta Roriz, tinto cão e tinta barroca
Notas de prova: O Vintage Port é um porto de uma colheita de um ano especial, que é engarrafado após envelhecer por um período de 2 anos em madeira. O Vintage aperfeiçoa-se durante o estágio na garrafa. Durante o processo de envelhecimento, o Vintage tem tendência a formar um depósito no fundo da garrafa. Desta forma, é aconselhável decantar cuidadosamente o Porto. É feito com castas seleccionadas do Vale Torto, situado no coração da Região do Douro, e as uvas são pisadas em lagares de granito e armazenadas em pequenos tonéis durante 2 anos. Preço de venda: 27,00€




Maynard´s 10 Anos
Castas: Touriga Franca, Touriga Nacional Tinta Roriz, Tinto Cão e Tinta Barroca.
Notas de prova: De cor alaranjada com arom,as a frutos ecos, mel e um toque de caramelo combinado com amoras maduras e chocolate. No paladar é suave e encorpado, com sabores a figos maduros e compota. Tem um final de boca longo. Preço de venda: 12,50 






* Informações: www.aquapurahotels.com/



Sensacional!!! Nós, mais uma vez recomendamos. Se não der tempo para pegar esta edição, cadastrem-se no mailing do hotel para receberem os informativos das novas edições.
Um beijo e bom final de semana!!!


quarta-feira, 26 de outubro de 2011

ILHA DE PORQUEROLLES....O DESCOLADO DE PROVANCE

Por Bia Parra


Navegar até Porquerolles a partir do porto de Hyères..este é o meu mais novo desejo de consumo de viagem, um lugar próximo à costa e ao mesmo tempo, outra Provance.

Porquerolles é um daqueles lugares que não está nos mapas óbvios do turismo, mas tenham certeza é destino certo de antenados e descolados de plantão.

Uma ilhota com apenas 7 km de comprimento por cerca de 2,5km de largura, Porquerolles é de uma beleza selvagem, aristocrática, sutil e refinada ao mesmo tempo.

O trajeto de vinte minutos a partir do porto de Hyères-les-Palmiers é um rito de passagem. Aos poucos se aproxima uma Provance cuja identidade nada se parece com aquela que conhecemos com seus enormes campos de lavanda e turistas para todos os lados. Não, Porquerolles é diferente, muito diferente.

Fora de temporada moradores de grandes metrópoles podem se chocar pois o vilarejo não deve ter mais do que 350 habitantes, para quem mora em São Paulo, encontra-se isso  num só prédio. Mas acreditem, ela faz acontecer!!!

No verão a pequena praça rodeada de bares e restaurantes com uma igrejinha ao fundo faz o cenário de filme virar uma confraria a céu aberto. A partir das férias de final de abril, início de maio o grupo de boêmios de paris desembarcam tranquilamente com suas bicicletas e seu alto número de visitantes transforma o pacato vilarejo em point do verão.

Porquerolles é tão especial que o visitante sempre quer voltar, isso porque é possível fazer um delicioso pic nic orgânico organizado por uma simpática Sra. Marie Claude Cano que mora numa bucólica casa no bosque...chic,chic,chic.

A região prima pelo delicioso gourmet..há dezenas de espécies de olivas cujo óleo tem acidez perfeita, com uma baguetinha fresca..humm. O vinho..simplesmente a melhor e mais antiga vinícola do arquipélago está ali também, Domaine de Ilé que produz 15mil garrafas por ano com o rótulo Côtes de Provance.


Imperdível uma visita na vinícola cujo anfitrião é um Palestino (!!) divino...super culto e engajado, é um dos organizadores do festival de verão de Jazz à Porquerolles.

É isso, quero muito ir a Porquerolles e vivenciar o luxo da simplicidade desta outra Provance!!!

Um beijo e até amanhã

* Inspiração: Meridiani - França Mediterranea

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

POR QUE FICAR NO AQUAPURA HOTEL NO DOURO, PORTUGAL

Por Bia Parra


O Travelbook hoje faz uma semana no ar e queremos agradecer a todos vocês que estão fazendo dele um sucesso superando em muito as nossas expectativas.
Muito obrigada o blog é de vocês!!!
Para comemorar vamos antecipar o lançamento de uma coluna que achamos muito legal, POR QUE IR, FICAR, COMER, SENTAR, VISITAR...
Nesta coluna colocamos nossas experiências pessoais de uma viagem que fizemos. Falamos do que vimos e o que atestamos...
Assim, todas as vezes que tiver no titulo  POR QUE  vocês saberão que eu, a Tati ou a Ana estivemos lá ou quem sabe ainda estamos...
Vamos começar hoje com Douro, Portugal, então POR QUE IR PARA O AQUAPURA HOTEL VILLAS SPA



Porque é deslumbrante!!!!
A beleza do lugar é inigualável!!!!
A região do Douro é muito particular. Há aproximadamente 110 km de Porto, se caracteriza por suas vinícolas centenárias criando um visual extremamente heterogêneo mas muito harmonioso. Em alguns momentos avistamos apenas vinhedos e em outros uma vegetação linda e nativa que enche todo o horizonte. Por todos os lados há solares, casas de quintas e povos de diferentes culturas que marcam de forma sem igual a paisagem.
Ainda no Brasil, não tínhamos a exata dimensão do que encontraríamos e se engana muito quem acha que sabe o que vai ver. É mágico!!!





Depois de muitas curvas e perguntas daqui e dali pois apesar de fácil, estávamos em zona rural e fenômeno mundial, as indicações são sempre mais difíceis, nos deparamos com uma construção parecida com um castelo contemporâneo. Achamos o Hotel.



Ao chegarmos, parecia que as pessoas já estavam a nossa espera porque as taças de espumantes chegaram quase que ao mesmo tempo que nós no lobby.
Neste momento, o Edu (meu marido) não falou mais e este mutismo durou aproximadamente uma hora, só curtindo todo aquele visual...




O hotel é muito bacana, bem reservado e bom pra casais e também para famílias.
Sugiro ficar em um dos lindos apartamentos de frente para o rio, (vejam o que eu via deitada na minha cama), faz parte do show poder acordar e abrir (automaticamente) sua enorme janela e saudar o Douro.
Parece um quadro!!
Todas as suites são lindas, mas há uma boa variação de tamanhos e de localização, vale uma pesquisa no momento da solicitação de reserva.
O serviço de concierge é bastante eficiente e ajuda com todas as reservas para degustações nas vinícolas, há várias importantes por perto, e também pode organizar um belo pic nic num barco privativo no meio da tarde pelo deslumbrante rio navegando quase até a Espanha...um luxo..uma experiência única!!!
Um jantar à luz de velas no restaurante do Hotel é obrigatório!!! Parece que vc está nos jardins internos de um palácio tipo Romeu e Julieta..



O Spa é bem completo com muitas opções de tratamento e depois de várias degustações, devemos nos dar ao "desfrute" de uma boa massagem energizante, claro.
A parte social é outra delicia a parte...vejam e tirem suas conclusões...



Sabem aquele lugar que parece ter parado no tempo porém com todas as facilidades e gostosuras da nossa vida moderna...então, isso tudo e muito mais é o Aquapura, simplesmente TEM QUE IR!!!!
A Afinal super recomenda!!!
Espero que gostem..bjo e até amanhã.


Aquapura Hotel Villas Spa
http://www.aquapurahotels.com/homepage-2.aspx


* Viagem Bia e Edu Parra em setembro-2009