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segunda-feira, 1 de junho de 2015

JUMEIRAH VITTAVELI – ILHAS MALDIVAS

Por Helena Ruano



O destino é uma porção de ilhas paradisíacas reunidas em atóis nas águas reluzentes do Oceano Índico forma o território das Maldivas, a menor nação da Ásia. No total, são 1.192, das quais apenas 200 são habitadas. O número reduzido garante a sensação de refúgio remoto, reforçada pelos resorts que, via de regra, ocupam cada um uma ilha inteira.

A Bolifushi, no South Male Atoll, é exclusivamente do Jumeirah Vittaveli. Nesse atol, estão os primeiros hotéis a fincar raízes nas Maldivas. A razão do pioneirismo é simples: além de cenários fascinantes e da proximidade com a capital Male, distante a uma viagem de barco de apenas 20 minutos. Os pontos de mergulho mais top estão no mar que separa South e North Male Atoll, o grupo de ilhas vizinhas.

Como em todo endereço idílico, South Male Atoll exala um clima relax graças à pequena quantidade de moradores: somente três ilhas do atol são habitadas. Massfushi, a maior, tem uma população de 1.150 pessoas, seguida de Guraidhoo, com 1.400. E, nas Maldivas, tamanho é inversamente proporcional a capacidade de encantar...

O Jumeirah Vitaveli disponibiliza bicicletas para os hospedes em cada uma das villas, assim podendo conhecer o pequeno paraíso chamado South Male Atoll. A cada pedalada, uma sequencia de predicados aparece para arrebatar, paralisar e emocionar. As Maldivas sugerem desligar-se do
mundo, em tempo integral.

As paredes de vidro permitem que a natureza entre, sem cerimonia, como convidada cativa no Talise SPA. Massagens a dois, em salas privativas, tornaram-se uma desculpa recorrente para experimentar os poderosos produtos 100% orgânicos da marca lla, que, aliados às técnicas de tratamento baseadas na cura yogue e no fluxo de energia, faziam um bem danado ao corpo e à alma.

Muitos deles carregavam na fórmula óleo de coco puríssimo, o ouro das Maldivas, feito ali mesmo, no hotel. Diante dos olhos atentos dos hospedes, profissionais rápidos e precisos nos movimentos retiravam do fruto o elixir da beleza.

Extrair alimentos da terra e do mar e transforma-los em obras de arte gourmet é outra especialidade do Jumeirah Vittaveli. Como resistir aos aromas adocicados do curry, dos três restaurantes do hotel? Ou das receitas que unem ingredientes das culinárias maldívia, árabe e indiana em um único prato?

Criações como o Vittaveli Grilled Seafood, um mix de lagosta, caranguejo, camarão, atum e peixe, atestavam a vocação do MU Beach Bar & Grill de surpreender não só um, mas os cinco sentidos.

Jantares à luz das estrelas no Fenesse, drinques ao pôr do sol no Bar-ee, churrasco maldívio na praia, piquenique sob um gazebo e café da manhã na areia, servido antes mesmo de o sol nascer, transcendiam as experiências gastronômicas no hotel a momentos de romantismo pleno.

A piscina privativa e as espreguiçadeiras dispostas como plateia do espetáculo natural das Maldivas faziam a vida na Water Villa Sunset seguir incrivelmente sem pressa. O azul do Índio diminuía a vontade de arredar o pé para qualquer outro lugar. Afinal, um terraço que se conecta diretamente ao mar, é de tirar o fôlego. 

Mas o hotel e as paisagens da ilha convidam a trocar o sossego gostoso da acomodação por uma injeção de adrenalina: kitesurfing, windsurfing, wakeboarding, mergulho... Um cardápio turbinado de atividades aquáticas eleva a mil as emoções e acrescenta ainda mais essa experiência de estar no Jumeirah Vittaveli.

Algumas dicas bacanas:

O clima no South Male Atoll não costuma mudar muito: manhãs amenas, dias ensolarados e brisa ao anoitecer. A temperatura média é de 30°C o ano inteiro, seja na estação seca, de dezembro a abril, ou na úmida, de maio a novembro, época em que a ilha sofre influencia dos ventos das monções.

Hospedar-se na Presidential Vila, previsto para setembro de 2015. Em 800 m², ela contará com piscinas, adegas, deque com espreguiçadeiras, chuveiro, spa e fitness center, além de píer privativo (jetty) e praia exclusiva.

Vivenciar o Dining by Design filosofia do Jumeirah Vittaveli baseada no reconhecimento dos gostos individuais, ou seja, o hospede escolhe o local onde deseja fazer refeições memoráveis: em um gazebo na praia, durante o pôr do sol...

A pesca é uma das principais atividades nas Maldivas, o que significa receitas preparadas com peixes e frutos do mar sempre frescos. O Garudhiya, por exemplo, é um caldo de peixe acompanhado de arroz, limão, pimentão e cebola.

A gula não é um pecado capital nas Maldivas. Muito pelo contrario. Alimentar-se bem nas ilhas é pré-requisito. Como aperitivo, a pedida é experimentar o kavaabu, bolinho frito de arroz, batata, atum, coco, lentilha e especiarias.

Por ser uma nação islâmica, não é permitido aos maldívios o consumo de bebida alcoólica. Apenas os resorts oferecem drinques. O que não falta, porém, é u lugar para experimentar o sai, um chá preto ou com leite, adocicado e servido quente.

O fundo do mar e os recifes de corais de South Male Atoll escondem o suprassumo da vida marinha das Maldivas. Mergulhar com cilindro ou fazer snorkeling nos arredores de Vaadhoo Kandu, ponto de encontro do grande volume de água que vem de North Male Atoll, é ver de camarote boa parte dessa riqueza subaquática. Mais do que apreciar, cale participar do curso de mergulho oferecido pelo Centro de Esportes Aquáticos do Jumeirah Vittaveli e que fornece certificação reconhecida
internacionalmente. 

O mar das Maldivas esconde uma infinidade de cavernas submersas, e descobri-las é uma das atrações mais prazerosas para os turistas. As Vaadhoo Caves são uma sequência de grutas que abrigam corais e espécies marinhas raras. Em dia de correntes calmas, basta máscara e snorkel para explora-las. Quando o mar está movimentado, só é possível acessa-las em mergulhos com cilindro.

Em South Male Atoll, existem pitorescos vilarejos de pescadores que deixam á mostra a vibrante cultura das Maldivas. Passeios de barco permitem conhecer um a um, mergulhar na dia a dia de seus habitantes, descobrir historias e provar da hospitalidade genuína de um dos povos mais simpáticos do mundo.

E por fim todos os dias, às 17h30min, os hospedes do Jumeirah Vittaveli podem assistir à alimentação de arraias no Maadi Point. O ritual começou na época em que o hotel estava em construção e funcionários deram de comer a duas arraias que nadavam pela costa. No dia seguinte, no mesmo horário, elas reapareceram. Desde então, diversas outros visitam a região para se alimentar.

Um lugar dos sonhos!!! *--*
Até a próxima, uma ótima semana para todos.

Beijos, Afinal Turismo.

Inspiração, informações e fotos retiradas: *** EDIÇÃO 04 – INSIDER BY VIAGENS & CIA. – ESPECIAL ILHAS PUBLICAÇÃO DA VIAGENS & CIA em parceria com a Mônica Luz Comunicação (Diretor Geral: Thiago Cuencas, Produto e Planejamento: Camila Yida, Editora e Jornalista Responsável: Mônica Luz) *** Imagens 1, 2 e 12 retiradas:http://www.homedsgn.com/2011/12/28/jumeirah-vittaveli-resort-in-maldives/jumeirah-vittaveli-32/http://www.booking.com/

segunda-feira, 30 de junho de 2014

CUBA – UM POUCO SOBRE HAVANA E VARADERO

Por Helena Ruano


O melhor das praias do Caribe, resorts all inclusive, serviços de primeira, cultura e historia. Estes atributos podem ser encontrados em muitos destinos, mas quando se fala de Cuba é necessário agregar mais uma coisa: alegria. O povo cubano e toda atmosfera da ilha torna a estada uma experiência inigualável. Musica, dança e muitas festas acompanham o turista durante toda a viagem, uma característica que faz com que os brasileiros se sintam literalmente em casa.

A Ilha de Fidel está mais perto do Brasil, além de opções de conexões com a Copa Airlines, via Cidade do Panamá, é possível chegar ao destino em um voo direto com a Cubana de Aviancion, que conta desde o ano passado com uma frequência por semana entra Guarulhos e Havana.


Havana, um passeio pela capital, é fascinante. Em alguns momentos se tem impressão de estar em uma viagem no tempo. Carros americanos da década de 1950 ganham as ruas como se fossem novos e os anos não tivessem passado. Mas eles são mais do que um capricho ou peças de colecionadores. É possível dar um passeio a bordo desses automóveis. Que servem às vezes de taxi. O preço é um pouco mais alto do que os taxis tradicionais, mas é uma experiência das mais procurados pelos visitantes.

Andar a pé também faz parte do roteiro. Caminhar pelas ruas do centro, também chamado de Havana Velha, é um programa obrigatório para os turistas. A arquitetura colonial e muitos dos monumentos remetem a colonização espanhola. Paradas na Catedral de Havana, na Praça de Revolução e no Museu do Rum devem estar no roteiro.

Mas um passeio pelo centro histórico não é completo sem uma passada no tradicional La Bodeguita del Medio, um dos mais tradicionais bares da cidade. Entre as características principais, está a musica, como a grande maioria dos bares e restaurantes de Cuba.

A canção típica, como Guantanamera e até um hino do próprio empreendimento, vem acompanhada de drinques como o tradicional Mojito ou até mesma uma cerveja. No entanto, o local não serve apenas bebidas. Há refeições completas para o almoço ou jantar, bem como petiscos.

As paredes denunciam o cunho turístico do La Bodeguita. Todas assinadas por gente que passou por ali de diversos lugares do mundo. No andar de cima, fotos de celebridades no local. Entre eles, atores brasileiros, as novelas daqui são sucesso em Cuba, chefes de estado de países como Venezuela e China. 

Ainda pelo centro velho, vale uma parada no bar La Floridita para saborear o seu famoso Daiquiri. Trata-se da bebida favorita no bar favorito do escritor de Hemingway e bebida é feita da mesma forma de quando o escritor frequentava o bar, na década de 1930. Outro lugar que vale a visita é o Tropicana. Uma casa de show que resiste ao tempo, pois está aberta desde 1939. Muita musica latina, rum e artistas de primeira linha fazem uma apresentação empolgante.

Varadero, embora não fique do lado da ilha banhada pelo mar do Caribe, as praias podem ser paradisíacas e além da água morna e cristalina, os resorts all inclusive fazem parte da gama de atrativos disponíveis no destino.

Além de realxar em uma praia e dos serviços, que estão entre os atributos mais elogiados do destino, há uma serie de passeios por pequenos paraísos próximos a Varadero. Entre eles, destaca-se Cayo Blanco, uma pequena ilhazinha que conta com uma praia de areis fina e aguas transparentes e mornas, e ainda um restaurante com comidas típicas de Cuba.

A diversão, no entanto, começa bem antes de se chegar à ilha. O acesso é feito de catamarã, em um percurso de pouco mais de uma hora. Já na embarcação muita musica animação e claro, bebidas a base de rum. Antes de encontrar o seu destino, o barco faz uma parada para um mergulho nas aguas cristalinas. Com um snorkel , é possível nadas e observar a fauna e flora local. Outro atrativo é interagir com os golfinhos, também no caminho entra Varadero e Cayo Blanco.

O turismo de Cuba não é feito somente de Havana e Varadero. Há diversos destinos que também podem ser visitados. Entre os destaques está Trinidad, que é patrimônio da UNESCO desde 1988. Trata-se de um passeio histórico pelas casas e construções coloniais, mas há ainda belas praias.
Outra dica é passar pela cidade que é conhecida por ter um memorial dedicado a Che Guevara, Santa Clara, que fica a cerca de 300 quilômetros da Havana. Falando em praias, Cayo Coco e Cayo Guillermo estão entre as mais bonitas e mais procuradas pelos turistas.

Em 2013 cerca de 17 mil brasileiros visitaram Cuba. Para entrar em Cuba é necessário visto, que se obtém por meio do consulado cubano no país. A moeda local (para turistas) é o CUC, também chamados de pesos conversíveis. Mesmo com cotação variável, ele sempre se equivale a aproximadamente um dólar. Outra característica é a recomendação aos turistas em portar sempre dinheiro vivo, uma vez que os empreendimentos que aceitam cartões ainda são poucos.

Vale a pena visitar!!

Uma ótima semana a todos, até a próxima.

Um Beijo,
Afinal Turismo.

Créditos: Texto de Anderson Masetto publicado na Folha do Turismo M&E – mercado e eventos.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Equador - O que conhecer?



Por Tatiana Sanches

O Equador vem investindo pesado para ganhar espaço no mercado Brasileiro como destino turístico.
Não existem voos diretos, tem sempre que fazer conexão em Lima, Panamá ou Bogotá, porém segundo informações da secretaria de turismo, eles vem negociando uma rota direta para Quito ou Guayaquil.
O idioma é o espanhol, tem predominância católica, clima tropical (alguns dizem que em algumas épocas você encontra as quatro estações do ano em um único dia), de Dezembro a Maio costuma ser meio chuvoso.
Há um fuso horário de 2 horas a menos que em Brasília e a moeda é o dólar Americano. É necessário vacina de febre amarela, porém não é preciso visto, mas pedem passaporte com validade mínima de 6 meses.
Os passeios oferecidos nas cidades não são recomendados para crianças menores de 5 anos.

Guayaquil é uma cidade simpática com bairros modernos, um centro histórico para passear, bem como a Praça dos Iguanas. Há também um parque histórico com um parque temático dividido em 03 áreas: Mini-Zoo com vários animais nativos, Guayaquil antigo com prédios do Século XIX e o Equador rural para entenderem como é a vida nas fazendas locais.






A Capital Quito tem um centro histórico que foi o primeiro Patrimônio cultural da humanidade batizado pela Unesco em 1978 e pede para aproveitarem um passeio a pé por esse centro colonial e pelo Palácio Presidencial, vale ainda uma visita ao Monumento " Meio do Mundo " onde a linha do Equador divide o Hemisfério Norte do Hemisfério Sul. É uma cidade de boa gastronomia e que em restaurantes típicos dê especial atenção a pratos com banana e abacate. Imperdível o passeio pela Basílica Voto Nacional (construída com pedras vulcânicas no estilo Neogótico) e também no teleférico.



Por último, mas com certeza não menos importante vamos falar de Galápagos.
O Arquipélago de Galápagos possui uma fauna e flora riquíssima, com águas de cores verde, azul e Marrom. Um lugar perfeito para fazer mergulho e Snorkel com possibilidades de avistar peixes, corais, tartarugas, estrelas do mar e até tubarões. Há cruzeiros, veleiros e até Iates disponíveis para passear pelas várias opções que as Ilhas oferecem.
Passeios como circundar o " Leon Dormido " formação vulcânica onde se encontram muitos ninhos de aves costeiras, passar por praias de águas cristalinas onde se pode admirar toda a fauna, inclusive lobos marinhos. Tem ainda opções de caminhadas e ou passeios de bote pela costa pela Ilha Espanhola que é a mais antiga do arquipélago. Há inclusive botes com fundo de vidro para aqueles que não gostam de muitas aventuras.
Há também a Ilha Isabela que emergiu do fundo do mar em 1954 e trouxe esqueletos de corais e pequenos crustáceos, mas principalmente onde podemos avistar a tartaruga gigante de Galápagos em seu habitat natural.



Resumindo o Equador está vindo com tudo para capturar nossa atenção e curiosidade.

Até mais!!!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

ABRA OS OLHOS..SIM, ISSO É ABROLHOS!!!

Por Bia Parra



Um pequeno arquipélago no sul da Bahia composto por cinco ilhas a 70 km da costa brasileira na altura de Caravelas, cidadezinha mais próxima descoberta por Americo Vespúcio em 1503. Cheia de casarões antigos com azulejos portugueses da época da colonização, quem quer visitar e mergulhar em Abrolhos pode ficar lá, pois possui toda a infra estrutura para o turista.

Bom, a aventura então começa com o barco saindo exatamente de Caravelas rumo à cinco lindas ilhotas, Redonda, Guarita, Siriba, Santa Barbara e Sueste.  Um pouco diferente da imagem que temos de ilhas, Abrolhos não tem vegetação abundante, pelo contrário. Estão muito mais presentes as pedras negras provenientes das erupções vulcânicas quederão origem ao arquipélago a milhões de anos atrás. Esas bases rochosas são propicias para o desenvolvimento dos lindo corais  e algas calcárias presentes na região.



Destas cinco ilhas apenas a Ilha da Siriba recebe os turistas em terra e assim mesmo a exploração pode ser feita apenas em uma trilha demarcada, o compromisso com a preservação é bastante grande.

A diversidade de espécies marinhas que se desenvolvem em Abrolhos é incrível, desde badejos e pintados até as tartarugas cabeçudas ou de pente, ou ainda ficar bem pertinho de uma baleia jubarte, presentes em numero altíssimo no inverno para se reproduzir em nossas águas quentes. Prato cheio para cientistas como Charles Darwin que em 1832 passou por lá em uma etapa da Expedição pela America do Sul (quem quiser, pode conferir no livro Aventuras e Descobertas de Darwin a Bordo do Beagle, Jorge Zahar Editora, 2004).

Para quem curte mergulho, vida natural e muita natureza, é imperdível.

A melhor época para visitação é no verão por conta da luminosidade permitindo que o deslumbre com a observação marinha seja ainda maior...com a transparência das águas  e a beleza do fundo do mar...um grande aquário natural num dos mais ricos ecossistemas do mundo!!!!


Um beijo e até amanhã

*Inspiração: Host & Travel – nº47

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

AS ILHAS DOS PRINCIPES...REFUGIO DE TROTSKY, PURO ENCANTAMENTO

Por Bia Parra



Imaginem a cena em que o contorno de um arquipélago de nove Ilhas surge atrás de uma linda revoada migratória de pássaros fugindo do frio Mar Negro para as águas quentes do Mar Mediterrâneo....deslumbrante!!!


Esta é uma cena comum na travessia para as Ilhas dos Príncipes a partir de Sirkeci em Istambul. A opção é sua. Pode ir de balsa ou catamarã, o trajeto é o mesmo e a diferença fica por conta do tempo, 2hs contra os 45 minutos do catamarã..talvez a melhor opção!!!   


A primeira das sete ilhas é Kinaliada e depois aparecem as demais, Burgazada, Kasikada, Heybeliada, Sivriada, Sedefada, Yassiada, Tavsanada e a maior e mais procurada, Büyükada.

Ainda que o nome sugira um arquipélago de verão da aristocracia, a realidade das ilhas não se resume apenas neste glamour. Muitas outras histórias enriquecem a visita as Ilhas dos Príncipes. Alguns mosteiros foram transformados em prisões para personae non gratae pelos soberanos bizantinos e otomanos. 

O mais curioso porém, fica para o fato de Leon Trotsky ter se refugiado em Büyükada quando fugia das perseguições de Stalin, logo após a expulsão de Moscou. Em 1929 ele se instalou em uma residência na ilha e viveu quatro anos escrevendo seu testemunho sobre a Revolução Russa, convicções à parte, imaginem..maravilhoso,né?!


Atualmente as Ilhas dos Príncipes estão no meio do “bum” imobiliário. Há quem prefira ficar hospedado na costa asiática e curtir de longe o vai e vem da ilha e, quando tiver com vontade de passar um final de tarde saboreando uma cerveja e desfrutar da atmosfera dos anos 1950 em frente para o mar, utiliza o serviço de taxis marítimos, bem práticos e funcionais. Os passeios podem ser feitos de bicicleta ou por charmosas charretes.

Há uma atmosfera européia nas ilhas dos Príncipes, talvez pela decoração art nouveau ou vitoriana, arcadas que lembram o estilo romano ou ainda pelos mosteiros ricos em ícones e mosaicos que constelam o arquipélago.

O importante é saber que o arquipélago nobre insiste em andar na contramão da agitação e do caos da capital, as pessoas insistem em levar uma vida mais calma, mais pacata, mais reservada, cultivando a amabilidade e gentileza, a delicadeza e doçura que só pequenos povos conseguem manter. No período de maio a junho onde o calor é mais ameno, este clima ainda é enfeitado pelas flores colorindo uma paisagem que já encanta por sua simples existência.


Achamos que vale a visita!!!

Um beijo e até amanhã.

*Inspiração: Miridiani - Turquia