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quarta-feira, 29 de julho de 2015

DEGUSTAÇÃO DE VINHO ARGENTINO... A ANUVA WINES É A MELHOR PEDIDA

Por Bia Parra



Conforme o combinado, hoje vou contar um pouquinho da Anuva Wines.


Enquanto estava organizando nossa viagem pra Buenos Aires estava procurando um lugar diferente para fazer uma degustação de vinhos argentinos sem ter que ir até Mendoza, até porque não teríamos tempo.

Marido Edu mega integrado!!!
Assim, pesquisando por novas experiências gastronômicas na cidade, encontrei a Anuva e a curiosidade foi tanta que imediatamente entrei em contato com o pessoal.

A reserva foi muito tranquila através do seguinte link: https://www.anuvawines.com/signup/afinal-tur   Após o pré pagamento nos mandaram as instruções de horário e endereço.

O lugar é um charme. Uma casa fechada sem nome na porta em Palermo, há poucos metros do nosso hotel, melhor impossível.

Sabe aquela casa de amigos em que vamos tomar um vinho, comer umas tapas e conversar sobre os deliciosos sabores da boa mesa... então é este o lugar, uma verdadeira comunidade para amantes de vinhos (nós!!!).

Diego, nosso sommelier, nos apresentou sabores de várias regiões de Mendoza. Sua explanação foi fantástica e bem descomplicada. Estimulou nosso paladar e a nossa curiosidade!!


Foram 5 diferentes vinhos harmonizados com 5 diferentes tapas. Tudo muito saboroso, simpático e lindo, com todo capricho de um grande anfitrião.

No nosso caso iniciamos com um espumante da região de Maipu muito bom, Rimé Extra Brut.
Passamos para um vinho branco da região de Salta, o torrontés Carinae que passou a ser minha grande paixão em dia de calor, maravilhoso com excelente custo e muito sabor. O Torrontés tem a peculiaridade de ser produzido unicamente na Argentina, ou seja, aqui d lado!!!

Dica de sucesso para o próximo verão: Torrontés com Ceviche!!

A terceira opção foi um Malbec encorpado e muito gostoso, Laissa da região da Patagônia.

O quarto foi o tinto que mais gostei, St.Gimignano, um Malbec Roble, leve, saboroso, aveludado...repeti!!


E finalizamos com um Cabernet Sauvignon decantado Carinae (mesma vinícola do Torrontés, Harmonie), delicioso com trufa 70% de chocolate amargo... simplesmente incrível!!!

Tudo muito gostoso, mas principalmente inspirador com o capricho de grandes anfitriões..


O que você tem que saber:
Há opções de degustação em inglês, espanhol e eventualmente em português.

Eles tem um blog cheio de notícias fresquinhas do mundo do vinho.





Degustação em dias e horários variados. Verifique o site para ver a disponibilidade.
Duração da degustação: entre 1 hora e meia e 2 horas.


Acho que qualquer que seja a época do ano, essa é uma experiência em Buenos Aires que tem que ter. Charmosa, sofisticada, cool...
Bom para casal, bom para amigos, bom até sozinho... must go!!

Mais uma vez nosso muito obrigada ao Diego e ao Joe Mashek.

Um beijo e até a próxima!!!

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

VINHOS E PAISAGENS INESQUECIVEIS MUNDO AFORA –12º PARTE

Por Helena Ruano


Às margens do rio Douro e com jeitinho de cidade do interior, Porto, a segunda maior cidade de Portugal inventou vários pratos tradicionais da comida portuguesa. Ali nasceu o bacalhau à Gomes de Sá (que no Brasil é conhecido como bacalhau à portuguesa), com lascas do peixe marinadas no leite, azeite, salsinha, verde. Jantar em seus restaurantes é sempre uma festa, só que é preciso chegar cedo: as casas costumam fechar às 21 horas. 

Mas o que dá fama à cidade é o vinho, fortificado e mais doce do que os tintos convencionais. Os vinhedos ficam cerca de 100 quilômetros a leste da cidade, onde são feitas a colheita e a fermentação. Depois a bebida segue para Vila Nova de Gaia, onde estão as caves históricas, muitas ligadas ao inicio da produção do Porto, no século 17, abertas á degustação.

O ponto de partida para os passeios é o centro histórico, onde fica o Café Majestic, de 1921, uma mini versão art nouveau da nossa Confeitaria Colombo, no Rio de Janeiro. O café da manhã, que pode incluir chá, deliciosas rabanadas e ovos moles, é feito no salão repleto de espelh  os, esculturas e mármore.

Para uma noite especial, a boa é o Sessenta Setenta, pilotado pelo chef Francisco Meireles, com pratos clássicos portugueses e ambiente romântico, ou o Inês do Aleixo, que serve receitas tradicionais de bacalhau.

 O roteiro de vinho acontece na Vila Nova de Gaia, do outro lado do Douro. As caves mais famosas são a Cálem e a Ferreira. Ambas terminam com a degustação do vinho do Porto, é claro.

Dica para ir na primavera (entre abril e junho), quando as temperaturas estão amenas. No inverno, entre Dezembro e Fevereiro, faz muito frio.

Uma ótima semana a todos,
Até a próxima,

Beijo,
Afinal Turismo.

Inspiração, informações e imagens retiradas do site: Escrito por Laura Capanema na revista VIAGEM E TURISMO, editado por Rosana Zakabi (AS COISAS BOAS DA VIDA). Imagens: www.guiageo-portugal.com; www.omgimengaged.com.br; www.minube.pt; www.uv-net.uio.no; www.br.visitportandnorth.travel;

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

VINHOS E PAISAGENS INESQUECIVEIS MUNDO AFORA –11º PARTE

Por Helena Ruano


O cenário bucólico de diminutos vilarejos é uma terra gastronômica em ebulição, onde a quantidade impressionante de restaurantes sofisticados contrasta com trattorias rusticas e bistrôs aconchegantes.

Há quem diga que o Piemonte lembra a Toscana, mas aqui o turismo é mais dedicado aos comes e bebes do que as paisagens. 

A cada dia surgem casas de cozinha contemporânea e inventiva, que tem trazido boas doses de inovação aos menus. 

Os vinhos tintos barolos e barbarescos, produzidos ao redor da capital, Turim, a partir de uma uva chamada nebbiolo, precisam ser provados!

A região também é conhecida mundialmente pela abundancia de trufas brancas, celebridades entre as iguarias mais sofisticadas e caras da alta culinária, e é responsável pelo movimento Slow Food, que defende a apreciação da refeição sem pressa, o lema não poderia ser mais pertinente por aqui.

Em Alba, o chef milanês Enrico Crippa, que já trabalhou com Adriá, é um dos maiores talentos da região. A sua obra-prima é o duas-estrelas Michelin Piazza Duomo, que oferece longos menus degustação. Embaixo do Piazza está o La Piola, seu irmão mais modesto, mas não menos delicioso, que serve ingredientes típicos como a trufa branca, por preços razoáveis e pratos crus, como a carne de vitela. 

Em Soriso, o Al Sorriso ostenta três estrelas. Na pequenina cidade de Canale, o All´Enoteca serve pratos simples e refinadíssimos ao mesmo tempo.

O restaurante fica ao lado da enoteca Roero, onde há bons barbarescos para harmonizar. Em Turim, o bar-café Al Passatore, e o sempre movimentado Libery tem uma pizza dos deuses.

Em Outubro é a melhor época para visitar, com o inicio do Outono, quando as trufas brancas chegam aos mercados locais (não perca a Feira do Tartufo de Alba) e aos menus dos restaurantes.

Achei um blog muito bacana que explica um pouco mais sobre as trufas brancas.

Até a próxima,
Uma otima semana a todos.
Um beijo,
Afinal Tusimo.

Inspiração, informações e imagens retiradas do site: Escrito por Laura Capanema na revista VIAGEM E TURISMO, editado por Rosana Zakabi (AS COISAS BOAS DA VIDA). Imagens: www.essenceofitaly.it; www.trattoriarustica.com; www.enovirtua.com; www.terra.com.hk; www.flashesdeviagem.com.br; www.selections.com.br

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

VINHOS E PAISAGENS INESQUECIVEIS MUNDO AFORA –10º PARTE

Por Helena Ruano


Estradas ladeadas por campos de oliveiras, videiras e girassóis. No meio do caminho, surgem vilinhas com muralhas e construções de pedras, que parecem ter parado no tempo.

Esse cenário de quadro impressionista é também uma das principais regiões produtoras de vinhos na Itália. Das vinícolas centenárias da Toscana saem bebidas magnificas como os Chianti e o Brunello di Montalcino, tinto feito de uma variação da uva sangiovese, a brunello. 

Num lugar assim, comer bem faz parte do cotidiano: os ingredientes mediterrâneos são frescos e regados com azeite de oliva, alcachofras e tomates, e incluem muita carne de porco e de javali. Sem contar a variedade de queijos cremosos e de castanhas (a nocciola, avelã italiana, é imbatível) que só existem lá.

Florença, a capital da Toscana, é onde tudo começa. Ali, prove a bisteca ala Fiorentina (prato clássico feito com um corte da vaca da raça Chianina) no Cammillo Trattoria. A lendária Enoteca Pinchiorri tem uma das mais ricas cartas de vinhos da Europa.

A estrada S-222, entre Florença e Siena, corta vinhedos que produzem a uva sangiovese há vários séculos. 

O site Consorzio Vino Chianti Classico tem uma lista de vinícolas e locais para degustação nessa região.

Em Montalcino, há varias enotecas famosas, como La Fortezza, que tem o brunello de todas as safras. Desde 1782, o melhor restaurante da charmosa cidade murada de Lucca é o Buca di Sant´Antonio.

No centro de Montepulciano, a enoteca Ricci fica em um palácio do século 15. Em San Gimignano, a Gelateria di Piazza é conhecida por muitos como a melhor sorveteira da Itália.

É bacana ir à primavera (de março a junho), quando há muitas flores pelo caminho. Apesar das lotações da alta temporada, o verão (de julho a setembro) também é convidativo, com suas 11 horas de sol por dia.

Inspiração, informações e imagens retiradas do site: Escrito por Laura Capanema na revista VIAGEM E TURISMO, editado por Rosana Zakabi (AS COISAS BOAS DA VIDA). Imagens: www.interpoint.com.br; www.teresaperez.com.br; www.studiainitalia.com; www.cluvinho.blospot.com; www.italianatscsu.wordpress.com

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

VINHOS E PAISAGENS INESQUECIVEIS MUNDO AFORA –8º PARTE

Por Helena Ruano


Destino dourado dos esquiadores europeus, Courchevel é o resort de inverno mais badalado da França, com seus 19 hotéis cinco estrelas, spas luxuriantes, lojas de grifes como Dior e Chanel, helicópteros em fila, jogos de polo na neve... E também o maior número de restaurantes estrelados dos Alpes: sete cozinhas locais receberam estrelas no Guia Michelin 2014. 

Além das tradicionais raclettes e dos fondues, a mesa dessa região alpina é farta em coelhos, vieiras assadas e tábuas de queijo de Savoia. Para acompanhar, a pedida é o amendoado vin jaune, vinho amarelo típico da região.
Os preços, claro, são salgados em geral, mas o lugar vale a para fazer aquela, digamos, extravaganciazinha!

Os sete estrelados Michelin ficam em Courchevel 1850, a vila mais alta e luxuosa da montanha, e a maioria deles está dentro de hotéis classudos. O duas-estrelas Le Chabichou é uma instituição local, além de ser um dos raros endereços abertos o ano todo. Espere os melhores frutos do mar que você já experimentou de um frescor intrigante para uma cozinha a 400 quilômetros distante do mediterrâneo.


O Le Strato localizado no moderníssimo hotel homônimo, também ostenta duas estrelas e prometem sensações memoráveis á mesa, com pratos com trufas, ouriços da Galícia e caranguejos gigantes do Alasca. As releituras de pratos típicos franceses do Le Kilimandjaro também são imperdíveis.

E a dica é ir quando tudo acontece, no inverno, durante as temporadas de esqui.

Um lugar incrível para experimentar novas experiências!

Uma ótima semana a todos, até a próxima.
Um beijo,
Afinal Turismo.


Inspiração, informações e imagens retiradas do site: Escrito por Laura Capanema na revista VIAGEM E TURISMO, editado por Rosana Zakabi (AS COISAS BOAS DA VIDA). Imagens: www.interpoint.com.br; www.vins-perrier.com; www.courchevel.com.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

VINHOS E PAISAGENS INESQUECIVEIS MUNDO AFORA –7º PARTE

Por Helena Ruano


O berço da bebida mais glamorosa do mundo parece ter saído de uma tela de Renoir. Champagne uma cidade na França, para onde quer que olhe, veem-se vinhedos extensos e outras imensidões verdes cobertas de flores. 

As estradas são tão bem sinalizadas que, além de prazerosas para os motoristas, viraram um delírio para os ciclistas, é apaziguador pedalar pelas encostas de vinhedos, passando por adegas familiares e vilarejos bucólicos.

Aqui os espumantes envelhecidos na dose e do jeito certos (feitos com uvas vermelhas pinot noir, preta pinot meunier ou brancas chardonnay) fazem a euforia dos viajantes e são degustados e comprados aos montes.

As excursões incluem as casas de champanhe mais conhecidas do planeta, como a Mumm e a Moet & Chandon, que estão nas principais cidades da região, Reims e Épernay. 
Mas as borbulhas mais autênticas vêm da veia dos pequenos vinicultores, escondidos ao longo de 320 vilarejos. Conjugue as degustações com almoços suculentos e cure a ressaca com dias de relax ao redor de vistas de babar.

Reims é cheia de cafés art déco e tem uma cena gastronômica de peso, com quatro restaurantes com estrela Michelin, como o Le Foch, descrito como “um dos melhores restaurantes de frutos do mar da França”, e o intimista Le Millénaire.

Comece o tour borbulhante pela Mumm, a única Maison do Centro de Reims e a terceira maior produtora do mundo. 
Em épernay apelidada de Capitale du Champagne, está na Avenue de Champagne, que concentra as adegas de renome, como a Moet & Chandon, com visitas explicativas de uma hora, e a Mercier a marca mais popular da França. 
A De Castellane abriga um museu dedicado aos espumantes. E não perca por nada o Au 36, um novo e criativo bar de vinhos no vilarejo de Hautvillers, que tem uma parede de espumantes organizados pelo aroma.

A dica é ir em Setembro, quando os dias do outono estão dourados e acontecem dezenas de festas para celebrar a colheita, prepare-se para estourar muitas rolhas de champagne.

Tenham uma ótima semana, até a próxima.

Um beijo,
Afinal Turismo.


Inspiração, informações e imagens retiradas do site: Escrito por Laura Capanema na revista VIAGEM E TURISMO, editado por Rosana Zakabi (AS COISAS BOAS DA VIDA). Imagens: www.dicasparisalacarte.com; www.multivu.prnewswire.com; www.rivegaucheparis.blogspot.com; www.asboascoisasdavida.com.br

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

VINHOS E PAISAGENS INESQUECIVEIS MUNDO AFORA –5º PARTE

Por Helena Ruano


O estado mais rico dos Estados Unidos é o berço da gastronomia inventiva americana e produz praticamente toda a uva do país: 99% do total.

A famosa Napa Valley e a vizinha região de Sonoma têm mais de 600 vinícolas, numa área cuja combinação entre terreno e temperatura ideal faz com que a produções de cabernets, chardonnays e pinot noirs do pedaço esteja entre as mais cobiçadas do planeta. As duas regiões, mais San Francisco, concentram ainda 42 restaurantes estrelados Michelin.

A Califórnia, por ter diversas fazendas e um solo muito rico, é um primor de ingredientes frescos como ostras, caranguejos, cogumelos silvestres, pimentões amarelos.

Os chefs locais seguem a “culinária livre” e abusam de ingredientes orgânicos, além de usar muitas influencias do México, ali pertinho.

San Francisco é a capital californiana da boa mesa. Imperdível é o Coi, a grande estrela da cozinha californiana da atual. Outros, contemporâneo Frances que está sempre no Top 5 das listas gourmet, o delicioso marroquino Aziza, o Swan Oyster Depot, um despojado bar de ostras e sucesso absoluto entre os locais, e o já consolidado Michael Mina, que faz uma cozinha “franco-japonesa”.

 Nos arredores de Napa, vá a Yountville, onde está o French Laundry, os três estrelas Michelin de Thomas Keller, que levanta a bandeira sustentável e cobra cerca de U$$ 295,00 por 11 pratos (reserva com muita antecedência). 

Na terra do vinho, a enorme vinícola de Robert Mondavi é uma das responsáveis pela fama da região, e a Quixote produz syrahs e cabernets 100% orgânicos. As estradas são mais bonitas ao redor de Calistoga, cidade conhecida por suas aguas termais e seus spas.

Dica: Para evitar as lotações do verão, a boa é ir à primavera, entre março e maio, quando há um tapete de flores amarelas.

Uma ótima semana,
Até a próxima,

Um beijo,
Afinal Turismo.


Inspiração, informações e imagens retiradas do site: Escrito por Laura Capanema na revista VIAGEM E TURISMO, editado por Rosana Zakabi (AS COISAS BOAS DA VIDA). www.botecoterapia.com; www.kitchenrap.blogspot.com; www.frenzyofnoise.net; www.ealuxe.com; www.pt.forwallpaper.com

segunda-feira, 28 de julho de 2014

VINHOS E PAISAGENS INESQUECIVEIS MUNDO AFORA – 2º PARTE

Por Helena Ruano




Quem já degustou um bom vinho chileno conhece bem o sabor do Vale do Colchágua. O berço dos vinhos tintos do Chile, 178 quilômetros ao sul de Santiago, tem mais de 30 vinícolas, muitas delas centenárias. Aqui, o enredo passa pela obrigação de sentar-se á mesa sem pressa e ter boas conversas regadas a rótulos premiados.  

A combinação do solo cultivo bruto de quase 12 mil hectares de cabernets, consideradas por muitos sommeliers as melhores uvas da America do Sul e que dão um tinto encorpado com arome de pimentas ótimo para harmonizar com carnes. 

 Os tapetes verdejantes dos vinhedos estão distribuídos entre as cidades de San Fernando e Santa Cruz, contrastam com o branco dos vales nevados andinos. A viagem é perfeitinha para quem curte o estilo deixa a vida me levar.

A maioria dos turistas se hospeda em Santa Cruz, onde a boa é conhecer o Museo Colchagua, que, tem uma coleção de peças de povos primitivos da America Latina. Como não há carros para alugar, quem não vem motorizado de Santiago faz passeios com agências. 
As duas grandes estrelas do Colchágua são vizinhas: a Montes, a Lapostolle, a Casa Silva, a MontGras e por fim a moderníssima Emiliana.

É bom ir ao verão, quando está menos frio (entre 10 e 23 graus) e chove pouco. Evite agosto, quando algumas vinícolas fecham.

Uma ótima semana a todos,
Até a próxima.

Um beijo,
Afinal Turismo.

Inspiração, informações e imagens retiradas do site: Escrito por Laura Capanema na revista VIAGEM E TURISMO, editado por Rosana Zakabi (AS COISAS BOAS DA VIDA). www.alemdovinho.com; www.oglobo.globo.com; www.travelingboy.com; www.travesiaglobal.com; www.clubedosvinhos.com.br

segunda-feira, 21 de julho de 2014

VINHOS E PAISAGENS INESQUECIVEIS MUNDO AFORA – 1º PARTE

Por Helena Ruano


Cada segunda-feira iremos falar sobre um local diferente, 15 tours gastronômicos pelo mundo e hoje vamos começar falando de Mendoza na Argentina.

Ao chegar aos arredores de Mendoza, a capital da província ao pé dos Andes (a 1050 quilômetros de Buenos Aires), o que mais se vê são diferentes tons de verdes, até o centrinho da charmosa cidade há alamedas arborizadas e parques floridos. 

São mais de 1.200 vinícolas, que dão a província o titulo de grande adega dos Hermanos. A região produz 70% do vinho argentino.
A semente da boa uva foi semeada pelos jesuítas, há 500 anos, que astutamente descobriram rapidinho o potencial daquela terra, com solo árido e clama seco, onde os índices de chuva raramente ultrapassam 200 milímetros por ano. 

A variação de altitude – de 900 a 1800 metros, ajuda também, favorecendo o cultivo de uvas diferentes. A estrela local é a Malbec, mas há também doses fartas de Tempranillos e Chardonnays. E para matar a fome, lá estão a postos as deliciosas parrilladas.

Vocês não podem perder Ampora, incluir o Vale do Uco, a 150 quilômetros. 

As excursões costumam ser mais focadas na degustação do que nas técnicas de fabricação.  A Escorihuela serve taças de tintos com tabuas de queijos. Nos domínios da Familia Zuccardi aonde se degustam bons azeites e na moderninha Bodegas Chandon, vinhos espumantes.

Para dormir e acordar com o armoa da uva, hospede-se no Cavas Wine Lodge. A boa gastronomia está no 1884, a casa estrelada do chef Francis Mallmann e no Anna Bistro, que serve um suculento cerdo a la miel y cerveza. Para parrilladas, a Avenida Sarmiento é o endereço certo.

As vinícolas podem ser visitadas o ano todo, quase não chove na região. No outono (de março a junho) e na primavera (de setembro a novembro), as temperaturas são mais amenas.

Aproveitem as dicas...

Uma ótima semana a todos.
Um beijo,
Afina Turismo.

Inspiração, informações e imagens retiradas do site: Escrito por Laura Capanema na revista VIAGEM E TURISMO, editado por Rosana Zakabi (AS COISAS BOAS DA VIDA). www.cidadesemfotos.blogspot.com; www.vejario.abril.com.br; www.correio.rac.com.br; www.rentcars.com.br; www.exsus.com

sexta-feira, 4 de julho de 2014

VOCÊ JÁ OUVIU FALAR EM WINE TRUCK... AMAMOS ESSA IDEIA

Por Bia Parra



Dia destes lendo a revista Wine.com.br vi uma notinha que adorei a respeito de um pessoal super criativo que criou o wine truck Los Mendozitos, o primeiro wine bar itinerante do Brasil.

Em tempos de confraternização dos povos por conta da Copa do Mundo nada mais bacana que a união de dois brasileiros, André Fischer e Danilo Janjacomo, e um argentino, Ariel Kogan, para reforçar a ideia que tornar um bom vinho pode ser uma experiência acessível (as taças vão de R$10 a R$16), divertida e leve.



Eu já adoro a informalidade de comida de trailer, agora que ele se torne um wine bar itinerante, isso é muito mais fantástico!!!


É tudo super profissional, até porque o vinho necessita de alguns cuidados especiais, para tanto o trailer foi projetado e equipado com adegas que mantém todos os vinhos na temperatura ideal. A questão ambiental também foi pensada através da reciclagem das taças e garrafas usadas nos eventos, tudo muito bem pensado, inclusive com uma seleção de música argentina para a experiência ficar ainda mais autentica.

Os vinhos são cuidadosamente selecionados de produtores muito especiais na região de Mendoza que ainda não desconhecidos do nosso mercado, e isso é muito legal porque torna a experiência de fato inédita.  

A carta de vinhos é atualizada com frequência e oferece brancos, tintos, rosés e espumantes de uvas especiais. Adoro também o fato de existir um descritivo para consulta sobre todos os vinhos com dados e sugestões de harmonização, super descolado não acham?!

Para saber por onde esta turma anda, basta acessar a pagina do Facebook e “perseguir” esta galera que sabe tudo de vinho bom e tem uma criatividade incrível.

Eu daqui posso falar que já curti, muito bacana mesmo.
Parabéns aos Los Mendozitos, pessoal mais que bacana...

*inspiração 1 : Los Mendozitos, Folha de São Paulo
*Inspiração2: Www.superchefs.com.br
*Inspiração 3: fotos retiradas da página do Facebook: Los Mendozitos

*Inspiração 4: Revista Wine.com.br nº 54